Delegado disse que polícia já tem conhecimento de mensagens trocadas entre Samya e Victor

(Crédito: Assessoria/PC-AL)

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Daniel Paulino
Voz das Comunidades Alagoas 

O delegado titular da delegacia da Cidade de Paripueira, localizada no litoral Norte do estado, que investiga o suposto sequestro da enfermeira Samya Morais, Ataíde Rangel, afirmou em entrevista ao Portal Voz das Comunidades Alagoas que o professor de artes maciais Victor Soares, de 34 anos, acusado de manter Samya Morais em cárcere privado e de ter estuprado a vítima deve permanecer preso até a conclusão do inquérito que deve dura cerca de dez a dose dias.

O delegado afirmou que o acusado foi autuado em flagrante, pois não havia provas suficientes para provar a inocência de Victor. Ainda segundo Ataíde Rangel, os procedimentos devidos foram tomados e que o acusado deve aguardar preso a conclusão do inquérito. Sobre as mensagens de texto trocadas entre Samya e Victor, o delegado disse que já é de conhecimento da policia e que devem ser anexadas ao inquérito como outras provas e preferiu não entrar detalhes sobre as mensagens de texto. ”Vamos aguardar mais um pouco para que possamos analisar todas as provas antes de qualquer posicionamento.”

Já segundo o advogado de defesa, João Neto, o delegado foi precipitado pois Victor possui residência fixa e não possui de forma nenhuma antecedentes criminais. ”Iremos entrar com um pedido de revogação da prisão e iremos provar a inocência do meu cliente que é uma vitima nessa historia”, firmou o advogado.

O advogado informou ainda que existe um forte indício da família de Victor entrar com um processo contra Samya. ”Podemos sim entrar com um processo contra a enfermeira de calúnia e difamação e também contra sua família que teve uma parcela de contribuição no constrangimento que meu cliente está passando”, finalizou.

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