Matéria de: Ygor Pinheiro

#ManualDoRolé: Para quem diz que é cria, mas não conhece sobre a própria história

#ManualDoRolé: Para quem diz que é cria, mas não conhece sobre a própria história

Texto: Ygor Pinheiro | Foto: Vidigal Capoeira / Redes Sociais. Para uma grande parcela da população, a busca por conhecimento nunca foi algo incentivado. Muito pelo contrário: quanto menos informadas essas pessoas são, mais fácil é manipulá-las. A partir desse raciocínio, pode-se refletir sobre muitos acontecimentos, e comportamentos, que ocorrem repetidamente durante o decorrer da

#ManualDoRolé: Eventos para abrir a mente e conhecer outras realidades

Chiron (Ashton Sanders) e Terrell (Jharrel Jerome) em cena do filme ‘Moonlight’ Texto: Ygor Pinheiro É ótimo que ‘ninguém solte a mão de ninguém’, porém, mais importante do que isto, é saber de quem as pessoas têm segurado as mãos nos últimos tempos. O bordão citado, que ganhou bastante popularidade no ano passado, gerou controvérsias

#ManualDoRolé: Oi Kabum! Lab dá ouvidos às periferias com o Interferências19

Intervenção Iroko Texto: Ygor Pinheiro Pode parecer mimimi ou problematização boba, mas existe diferença entre ‘dar voz’ e ‘dar ouvidos’ à alguém. É possível dar voz a um personagem fictício de uma história que está sendo criada, afinal, ele é um ser inanimado e depende de quem o criou para desenvolver vontades ou opiniões. Agora,

O Manual do Rolé desta semana é sobre eventos que trabalham a liberdade de expressão

Texto: Ygor Pinheiro No decorrer dos últimos anos, a produção artística negra tem sido cada vez mais percebida como algo extremamente plural. Para além da dança e da música, há toda uma variedade de sentimentos sendo expressada por meio de outras formas de arte. Reconhecer isso faz parte do longo processo de humanização do negro

Noite do Azul e Rosa, Slam Laje e Bloco Eclética: a leveza ameniza

Texto: Ygor Pinheiro Para muitas pessoas, a realidade sócio-política do país se tornou bastante difícil nos últimos meses. Isso pode ser visto como uma questão de pontos de vista, porque para a maior parte da população brasileira (negros, mulheres, pobres…) viver, ou até sobreviver, sempre foi um ato de resistência. Existem várias maneiras de resistir

A Última Resenha, Plantio no Parque da Maré e Hip-hop Contra Fome: um final de ano naquele pique

Esse vai ser um final de semana realmente agitado pelas periferias do Rio de Janeiro. 2018 já está se aproximando do seu fim, mas não falta pique para quem gosta de festa. E o melhor: tudo muito acessível, para gostos variados, e até próximo de casa (dependendo, é claro, de onde fica a sua). Já

‘Cuidado com o Neguin’, ‘Artrash’ e ‘Salgueiro Black Music’: provas de que resistir nem sempre precisa ser doloroso

“Durar, subsistir, conservar-se: apesar de doente, vou resistindo” esse é um dos significados para o verbo ‘resistir’ dado pelo Dicionário Online de Português, o Dicio. Desde que esta coluna voltou a ser produzida, há a preocupação de demonstrar como as periferias e favelas da cidade do Rio de Janeiro encontram novas maneiras de se impor

O Pequeno Príncipe Preto, Samba na Feira e CriptoFunk: cultura negra para todos os gostos

A semana do dia 20 de novembro marca o ponto alto do que ficou conhecido como o ‘mês da consciência negra’. Principalmente aqui no Rio de Janeiro, um dos estados brasileiros que mais recebeu escravos africanos durante os mais de 300 anos de escravidão no país, o feriado criado em homenagem à Zumbi dos Palmares

Encontro de Africanidades, Baile do Furduncin e Feijoada Imperial: a movimentação cultural na periferia carioca

Foto: Thiago Cardoso Na semana passada, o tema da coluna foi um evento que aconteceu no centro da cidade – a FLUP 2018 – e, por isso, hoje as dicas vão ser um pouco diferentes. A primeira parada vai ser no bairro de Santa Cruz, também conhecido como o mais distante da região central do

Manual do Rolé | A FLUP 2018 brilha ao levar a periferia para o mundo da literatura

Quem foi Maria Firmina dos Reis? A maneira constante que  essa pergunta surge nas mentes de milhões de brasileiros ao ler o nome da escritora foi o que motivou Júlio Ludemir e Ecio Salles a escolher a filha de escravos e autora do primeiro romance abolicionista brasileiro como a grande homenageada da sétima edição da

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