2015: Um ano que queremos esquecer?

“Tem dias que a gente se sente, como quem partiu ou morreu, a gente estancou de repente ou foi o mundo então que cresceu!?” , iniciamos nossa jornada com esse trecho da musica Roda Viva de Chico Buarque, musica feita durante a ditadura militar, retrata bem como a população brasileira observa a atual gestão pública.

Em tempos difíceis, o ano de 2015 parece ter realmente parado, tudo ficou caro, tudo ficou difícil, e tudo mudou. O que parecia ser um mês se transformou em um 2015 sem expectativa, enquanto um plano para salvar uma economia esta sendo criado, políticos “parasitas” se aproveitam para sugar o que puderem para bem próprio ou para partidos políticos. Um simples “sim” ou um grande “não”, contribui para que cada vez mais o brasileiro queira esquecer o ano de 2015.

O fato de ainda estarmos parados, observando as lutas nos noticiários, é pela simples razão, “só acontece briga, quando os dois querem”, essa frase popular em todo território nacional, retrata a inércia de uma população, que vê seus lideres, brigando para terem razão, enquanto uma nação sofre com desemprego, falta de saúde e fome.

Pode ser do alto do morro do Alemão ou das esquinas de Manaus, todos estão sofrendo, o que ainda difere é a intensidade que a crise pode atingir. E quando falamos das crises de água, luz e do péssimo serviço de banda larga, as coisas só pioram. Vivemos em tempos que a principal pergunta precisa ser feita: A culpa disso tudo é de cerca de 400 parlamentares que buscam ascensão política, ou de cerca de 220 milhões de brasileiros que ficam só observando e não fazem nada?

Se você tentou e não conseguiu, tente de novo, se você não faz escolha e você não usa sua voz, eles vão querer falar por você. Diga-me que não sou bom e eu vou ser o melhor. Afinal, o gigante acordou?


Escrito por: WIlliam Borges

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