DJ Rennan da Penha toca no coração da internet

Foto: Reprodução/Facebook

Boa ação do funkeiro viraliza e comove mais de 400 mil pessoas na web

O DJ Rennan da Penha tocou no coração da internet no mês de julho. Conhecido por estrelar o Baile da Gaiola no Complexo da Penha, o funkeiro foi até o Instituto Nacional de Câncer (INCA) depois de receber uma ligação urgente. Era um fã internado, a quem os médicos sentenciaram só ter 24 horas de vida. O vídeo desse encontro viralizou e comoveu mais de 400 mil pessoas, pela solidariedade do artista e pela emoção do jovem e da sua família.

Fábio Wendel Mesquita, 14 anos, é morador da favela da Kelson’s, no Complexo da Maré. Foi diagnosticado com câncer no cérebro em agosto do ano passado e, desde então, luta pela vida. Já passou por quatro cirurgias. Mesmo assim o tumor cresceu no sistema respiratório e chegou a paralisar um lado do corpo.

A mãe, Patrícia Rocha, que é evangélica, pediu para que o menino aceitasse Jesus. No entanto, o fã do DJ Rennan da Penha disse que só aceitaria se batesse uma foto com o ídolo. No mês passado, Rennan foi fazer um show na Kelson’s. Fábio, recém-chegado do hospital, não pôde ir. Os amigos tentaram convencer a mãe a deixá-lo comparecer, mas nada feito. Ainda assim, a força do boca a boca mobilizou a comunidade e fez chegar aos ouvidos do DJ o que estava acontecendo.

Algum tempo depois, com o agravamento da saúde do menino, eles voltaram para a internação. Foi aí que o telefone de Patrícia tocou. Era uma prima dizendo que o DJ Rennan estava indo encontrar Fábio. “Quando vi, ele já estava aqui” – afirma a mãe guerreira. O vídeo do encontro é emocionante. A mãe e o DJ Rennan choram. Quem assistiu, também.

Através da rede social, o DJ disse “vim aqui realizar o sonho dele e passar para vocês que não somos nada”. Para Patrícia, não existe forma de agradecer. “Não tenho palavras para agradecer a ele. Realizou não só um sonho, realizou dois. No dia seguinte, meu filho aceitou Jesus”. Fábio continua internado e seu quadro é classificado pelos médicos como “paliativo”. Força, guerreiro!

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