Manual do Rolé

#ManualDoRolé: Um ano de angústia e sem Marielle

Hoje, quarta-feira (13), fazem 364 dias. A partir de amanhã, um ano. São doze meses sem saber quem mandou matar a ex-vereadora do município do Rio de Janeiro, Marielle Franco, e o motorista que a acompanhava, Anderson Gomes. O passar das datas e a constante lembrança sobre a não-solução do caso são dois fatores –

#ManualDoRolé: Longe dos holofotes da Sapucaí, carnaval do povo na Intendente Magalhães

Desfile de escola de samba da série D na estrada Intendente Magalhães. (Foto: Vladimir Platonow / Agência Brasil) Texto: Ygor Pinheiro 1 de janeiro de 1948. É essa a data que viu nascer uma das escolas mais tradicionais da zona oeste do Rio de Janeiro, a G.R.E.S Unidos de Cosmos. Fruto do bloco carnavalesco União

#ManualDoRolé: Para quem diz que é cria, mas não conhece sobre a própria história

Texto: Ygor Pinheiro | Foto: Vidigal Capoeira / Redes Sociais. Para uma grande parcela da população, a busca por conhecimento nunca foi algo incentivado. Muito pelo contrário: quanto menos informadas essas pessoas são, mais fácil é manipulá-las. A partir desse raciocínio, pode-se refletir sobre muitos acontecimentos, e comportamentos, que ocorrem repetidamente durante o decorrer da

#ManualDoRolé: Eventos para abrir a mente e conhecer outras realidades

Chiron (Ashton Sanders) e Terrell (Jharrel Jerome) em cena do filme ‘Moonlight’ Texto: Ygor Pinheiro É ótimo que ‘ninguém solte a mão de ninguém’, porém, mais importante do que isto, é saber de quem as pessoas têm segurado as mãos nos últimos tempos. O bordão citado, que ganhou bastante popularidade no ano passado, gerou controvérsias

#ManualDoRolé: Oi Kabum! Lab dá ouvidos às periferias com o Interferências19

Intervenção Iroko Texto: Ygor Pinheiro Pode parecer mimimi ou problematização boba, mas existe diferença entre ‘dar voz’ e ‘dar ouvidos’ à alguém. É possível dar voz a um personagem fictício de uma história que está sendo criada, afinal, ele é um ser inanimado e depende de quem o criou para desenvolver vontades ou opiniões. Agora,

O Manual do Rolé desta semana é sobre eventos que trabalham a liberdade de expressão

Texto: Ygor Pinheiro No decorrer dos últimos anos, a produção artística negra tem sido cada vez mais percebida como algo extremamente plural. Para além da dança e da música, há toda uma variedade de sentimentos sendo expressada por meio de outras formas de arte. Reconhecer isso faz parte do longo processo de humanização do negro

Noite do Azul e Rosa, Slam Laje e Bloco Eclética: a leveza ameniza

Texto: Ygor Pinheiro Para muitas pessoas, a realidade sócio-política do país se tornou bastante difícil nos últimos meses. Isso pode ser visto como uma questão de pontos de vista, porque para a maior parte da população brasileira (negros, mulheres, pobres…) viver, ou até sobreviver, sempre foi um ato de resistência. Existem várias maneiras de resistir

‘Cuidado com o Neguin’, ‘Artrash’ e ‘Salgueiro Black Music’: provas de que resistir nem sempre precisa ser doloroso

“Durar, subsistir, conservar-se: apesar de doente, vou resistindo” esse é um dos significados para o verbo ‘resistir’ dado pelo Dicionário Online de Português, o Dicio. Desde que esta coluna voltou a ser produzida, há a preocupação de demonstrar como as periferias e favelas da cidade do Rio de Janeiro encontram novas maneiras de se impor

O Pequeno Príncipe Preto, Samba na Feira e CriptoFunk: cultura negra para todos os gostos

A semana do dia 20 de novembro marca o ponto alto do que ficou conhecido como o ‘mês da consciência negra’. Principalmente aqui no Rio de Janeiro, um dos estados brasileiros que mais recebeu escravos africanos durante os mais de 300 anos de escravidão no país, o feriado criado em homenagem à Zumbi dos Palmares

Encontro de Africanidades, Baile do Furduncin e Feijoada Imperial: a movimentação cultural na periferia carioca

Foto: Thiago Cardoso Na semana passada, o tema da coluna foi um evento que aconteceu no centro da cidade – a FLUP 2018 – e, por isso, hoje as dicas vão ser um pouco diferentes. A primeira parada vai ser no bairro de Santa Cruz, também conhecido como o mais distante da região central do

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