Poesia

Foto: Reprodução/Internet

Somos todos iguais

Somos todos iguais

Nascemos todos pelados, nus, sozinhos. Todos choramos de fome e de alguma forma fomos respondidos. Peito na boca de uns, tapa na bunda de outros. Chorar de fome menino? Eu também estou com fome. Todos queremos brincar, alguns de videogame outros de correr já tá bom. Mas o mundo chama, o mundo demanda ele já

Difícil Missão – Poesia – Por: JP Claret

Mártires brasileiros Donde há tantos celeiros E inumeráveis fazendeiros Eis que há ao mundo inteiro De mostrar a graça do guerreiro E forte povo brasileiro… Inda que enganado E em corrupção banhado Do primeiro ao último Estado… Sei que há quem tenha lutado com orgulho no apaixonado Peito pobre e desamparado Pelo governo mudo e

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