Bolsonaro vira réu por falar que deputada “não merecia ser estuprada”

O Supremo Tribunal Federal (STF), instância máxima da justiça no Brasil, decidiu processar o deputado Federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ). A acusação é feita por Bolsonaro ter dito que outra deputada, Maria do Rosário, “não merecia ser estuprada porque ela era muito feia e não fazia o seu tipo”.

Até tem gente que gosta dele – foi o mais votado aqui no Rio de Janeiro, mas pra muitas pessoas como eu, é difícil compreender o motivo. Aliás, como a gente sabe, ninguém merece ser estuprada, por nada. E digo mais, que fique claro, nada justifica um estupro.

Eduardo Campos morreu em avião que segundo a Polícia Federal fazia parte de esquema de corrupção

A Polícia Federal começou hoje a botar em prática a Operação Turbulência. A missão era acabar com uma tal organização que atuava nos estados de Pernambuco e Goiás e estaria mexendo com papo de R$ 600 milhões desde 2010. Dinheiro sujo.

Os canas descobriram a treta por perceberem um vai e vem de dinheiro suspeito nas contas da compra de uma aeronave. E esse avião era o que transportava Eduardo Campos quando ele morreu no acidente que chocou geral no meio da campanha para presidente, em 2014. Era aquele coroa de olho claro, que tinha a Marina Silva como vice na sua chapa.

Uma novela chamada Eduardo Cunha

O recordista em denúncias de corrupção em Brasília (olha que a competição é acirrada) protagonizou hoje mais um capítulo na corrida contra a cadeia. Como já dissemos aqui, Eduardo Cunha foi afastado da presidência da Câmara dos Deputados por denúncia de corrupção, e no Conselho de Ética, órgão para “julgar” a conduta dos engravatados, foi aprovado pela maioria o pedido da suspensão de seu mandato.

Cunha ficou revoltado. A fama é que ele sabe dos podres da maioria dos políticos de Brasília.
Hoje ele reuniu um bando de jornalista para falar em palavras bonitas de lei que não aceita a suspensão de seu mandato e que está recorrendo para voltar logo para Brasília – ele mora aqui no Rio, numa mansão na Barra da Tijuca.
O pedido de Cunha foi feito à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que é um órgão que diz, basicamente, o que está na lei e o que não está.

Pega a pipoca e vamos aguardar os próximos capítulos.

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