Foto: Josiane Santana
Texto: Thiago Torre

Ao início de cada ano, algumas muitas pessoas são adeptas a uma lista de pedidos. A ideia se faz em colocar no papel tudo o que se quer ao longo do ano.

Por exemplo: um novo amor, aquela dieta, viajar, ganhar – ou poupar – dinheiro, ser voluntário em uma causa social, voltar a estudar etc. Ser mais paciente, tolerante, alegre e feliz. Reclamar menos, agradecer mais, saber se colocar no lugar das pessoas e – por que não? – votar consciente em época de campanha?!

Nada melhor do que compreender que estamos em constante mudança, e olha só, meu bem: ninguém se faz capaz de mudar outro alguém! O segredo está em nossa própria mudança, e quando assim acontece, aqueles que estão ao nosso redor podem ser contagiados a mudar também.

Alguns mudam; outros, não!

Enfim, entre gregos e troianos, chegamos ao tão esperado e temível 2019. Agora, me diz se vale a pena iniciar esse ciclo pesado de negatividade, com aquele pensamento de que acabou mais um ano e boa sorte?!

Qual a sua listinha para esse ciclo novo que acabamos de iniciar? Conte-me, aqui, o que nela contém… Se aparecer agora o gênio da lâmpada em sua direção: qual pedido será feito?

Ficou combinado para esse ciclo chamado 2019 que “ninguém solta a mão de ninguém” e que todos nós, juntos e misturados, unidos em um só propósito, seremos resistência, sim!

Não há como começar um planejamento com um olhar pessimista e pensamento negativo. Estejamos preparados, sim, para o que vier. Que nossa ação seja de fato otimista e que tenhamos, nós, o pensamento positivo em prol do todo – assim, podemos construir um Brasil melhor!

Existe um escritor que diz: “se teus olhos forem bons, todo o corpo será iluminado”. Já o refrão de “Eu sou nua”, dos Novos Baianos, fala que “o corpo mesmo está por dentro da pele”.

Outra pergunta: o que está sendo produzido dentro de você?

O lema para 2019 é resistência, um substantivo feminino que significa: “propriedade de um corpo que reage contra a ação de outro corpo”. Mais uma vez e sempre: estejamos preparados, sim, para o que vier.

Nada está finalizado, e particularmente acredito que águas vão rolar e tudo pode acontecer. Lembrando que, enquanto estivermos na ativa, faremos e daremos apenas o nosso melhor. Vai encarar ou anestesiar?

Enquanto isso, nosso mantra será a canção do Raul Seixas que diz assim: “não diga que a canção – a nossa luta – está perdida, tente – vamos tentar – outra vez”.

Detalhe que, ficou decidido a cor do momento: será o verde, simbolizando a esperança de dias melhores sim!

Jamais desistiremos.

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