Segundo dados publicados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), todos os anos cerca de 800 mil pessoas morrem por suicídio no mundo. No Brasil, o índice cresceu entre 2011 e 2015. Esta é a quarta maior causa de mortes entre jovens de 15 e 29 anos. São dados alarmantes, que revelam um problema de saúde pública. Existem inúmeros fatores de risco para o suicídio, e nenhum deles deve ser analisado isoladamente.

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, quem tem a intenção de tirar a própria vida emite sinais de alerta. Não existe uma maneira específica para descobrir que um indivíduo pode estar passando por uma crise suicida. Entretanto, os familiares e amigos próximos precisam estar atentos aos sinais. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, quem tem a intenção de tirar a própria vida emite sinais de alerta. Não existe uma maneira específica para descobrir que um indivíduo pode estar passando por uma crise suicida. Entretanto, os familiares e amigos próximos precisam estar atentos aos sinais.

De acordo com um folheto informativo divulgado pela OMS, as expressões de ideias ou intenções suicidas que devem ser levadas em conta são:

• O aparecimento ou agravamento de problemas de conduta ou de manifestações verbais durante, pelo menos, duas semanas;
• O sumiço: a pessoa não atende telefonemas, interage menos nas redes sociais, fica em casa ou fechada em seu quarto, reduz ou cancela todas as atividades sociais, inclusive as que costumava e gostava de fazer.
• Frases de alerta. Pode parecer óbvio, mas muitas vezes elas são ignoradas. Há que ficar atento quando a pessoa fizer comentários como, por exemplo:
– “Queria desaparecer.”
– “Vou deixar vocês em paz.”
– “Eu queria poder dormir e nunca mais acordar.”
– “É inútil tentar fazer algo para mudar, eu só quero me matar.”

Isolar-se é uma característica de pessoas que tem esses pensamentos. É importante ser compreensivo e se colocar à disposição para conversar abertamente e escutar o que a pessoa tem a falar sobre seus sentimentos e pensamentos. Sem julgamentos. Dessa forma, podemos descobrir como ajudá-la e incentivá-la a procurar um apoio profissional.

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