Sergio Machado x-nova repasse de propina para 23 políticos

Michel Temer, Renan Calheiros e Aécio Neves estão entre os caguetados Sergio Machado, ex-presidente da Transpetro, uma empresa que nasceu da Petrobras, caguetou o repasse de dinheiro sujo para justiça de 23 políticos de 6 partidos.

Entre eles estão o presidente “substituto”, Michel Temer, o presidente do senado, Renan Calheiros, o senador Aécio Neves, e outros 20 (veja abaixo o infográfico do Jornal O Globo que mostra a lista completa). É gente a vera!! Só papo de milhão! Sergio Machado, que é do mesmo partido político da maioria dos caras que denunciou, o PMDB, foi presidente da Transpetro, a tal empresa da Petrobras, por 11 anos. O coroa colocou a boca no trombone depois de ter assinado o acordo de delação premiada, que é uma função na justiça que diminui a pena de quem cometeu um crime se a pessoa entregar outros criminosos. Isso tudo acontece por causa da Operação Lava-Jato, criada para investigar as roubalheiras da Petrobras. Apesar das acusações de corrupção – são muitas – não é tão fácil prender quem é político. Eles têm um negócio chamado foro privilegiado. Eu procurei o que era foro no dicionário, mas não entendi nada. Sei que isso dá aos políticos uma série de dificuldades para que eles sejam presos. Dentro os outros babados que Sergio Machado contou, está que ele dava mesada a Renan Calheiros de 300 MIL REAIS pela indicação para a presidência da Transpetro. Ô padrinho bom, hein. Aécio é outro. Teria recebido R$ 1 milhão de reais em 1998. Claaaaaro que todos os acusados negam. Michel Temer falou hoje, bonitão lá, cheio de palavra difícil no discurso, que estava se sentido ferido como ser humano, etc e tal. Renan Calheiros foi mais criativo. Lançou um: “Desesperado, Sergio Machado envolve até a mãe”. Há pouco, outro citado nas tramoias, que era ministro do Turismo desse governo Temer aí, Henrique Eduardo Alves, pediu demissão. Esse teria recebido R$ 1,55 milhão. Dá raiva na gente que está no expediente, no ônibus cheio. Mas pensando com calma, o que a gente conclui é que esse negócio de empresa financiar campanha eleitoral é roubalheira certa. Mas aí já é papo para outro dia…

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