Temer alivia dívida dos estados até o fim do ano

Foto: Agência Brasil

O presidente reserva Michel Temer anunciou hoje que o governo federal vai dar mais tempo para os governadores pagarem as dívidas com a União (União do Brasil é como chamam a soma dos estados, o distrito federal e os municípios). A dívida acontece porque os governadores pegam dinheiro emprestado quando o dinheiro “acaba”. Tipo o que a gente faz quando tá duro. Se liga no que Temer disse:

“O que estamos anunciando hoje, na verdade, é uma situação emergencial. Estamos fazendo isso em caráter de emergência para, depois, consolidarmos uma grande reforma federativa no país”. O anúncio foi feito durante reunião com governadores no Palácio do Planalto.
Os governadores não deixaram passar batido o alívio da dívida com o Rio de Janeiro e foram chorar lá em Brasília. Estão certos. A gente é que queria que fizessem isso com o nosso boleto. A questão é que se tem uma crise tão ruim assim e precisa de dinheiro, como que eles diminuem mais uma fonte? Quem será que vai pagar essa conta?
Empresário que dizia que pagou R$ 1 milhão a Temer desiste de mostrar provas para a Polícia Federal

José Antunes Sobrinho, um dos donos da Engevix, uma dessas empresas aí que estava se dando bem nas corrupções da Petrobras, desistiu de fazer aquela delação premiada (caguetar as pessoas para baixar a pena). O papo era que o empresário ia dizer que pagou R$ 1 milhão a Temer por “agradecimento” por ele ter arrumado um contrato pra a empresa dele receber R$ 162 milhões.

Lá na Polícia Federal eles super estranharam o arrego do empresário 171. Como assim, desistir assim do nada?! Faz sentido a desconfiança. Já os advogados do coroa dizem que ele voltou atrás por ter sido absolvido por falta de provas no mês passado. Vamos ver. Quem sabe amanhã não aparece um podre diferente…

Votação final de impeachment pode trazer surpresas; Temer e Dilma disputam 15 votos decisivos

Como já dissemos por aqui, diferente do que muitos pensam a presidente Dilma não está afastada definitivamente. Isso quer dizer que, até agora, ela está “de castigo” por até 180 dias, enquanto o povo lá de Brasília, os senadores, votam, em mais duas sessões, se Dilma deixa o cargo e fica proibida de se candidatar por até oito anos. O boato que corre é que essa tal votação seja em agosto.

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