Favelas do Rio registram 355 novos casos e 25 mortes de Covid-19 nas últimas 24h; Já são 16.600 casos

A média móvel é 112 casos por dia nos últimos 7 dias, o que representa um aumento de 84,94% em comparação a 14 dias atrás.
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De acordo com o Painel de Atualização de Coronavírus nas Favelas do Rio de Janeiro, criado pelo Voz das Comunidades, foram registrados 355 novos casos e 25 mortes de Covid-19 nas favelas do Rio de Janeiro nas últimas 24h. Ao todo, nas 40 favelas do Rio que o Voz das Comunidades acompanha, 16.600 moradores já foram infectados e o número de mortes devido ao coronavírus chegou a 1.541.

06/04/2021:

355 novos casos confirmados:

1 caso na Favela Bandeira 2
1 caso no Morro do Salgueiro
2 casos na Ladeira dos Tabajaras
2 casos no Santo Amaro
3 casos no Morro da Providência
3 casos no Pavão-Pavãozinho e Cantagalo
3 casos na Vila Kennedy
3 casos no Jacarezinho
4 casos no Santa Marta
4 casos no São Carlos
4 casos no Caju
4 casos na Gardênia Azul
4 casos na Mangueira
5 casos no Mandela
5 casos em Acari
6 casos em Rio das Pedras
7 casos na Cidade de Deus
7 casos no Vidigal
11 casos no Jacaré
11 casos em Manguinhos
11 casos em Vigário Geral
14 casos no Complexo da Penha
16 casos no Lins de Vasconcelos
25 casos no Complexo do Alemão
51 casos na Rocinha
59 casos no Morro do Andarai
90 casos no Complexo da Maré

25 novos óbitos:

1 óbito no Morro do Borel
1 óbito no Mandela
1 óbito em Vigário Geral
1 óbito no Vidigal
1 óbito no Caju
2 óbitos no Santo Amaro
2 óbitos na Vila Kennedy
2 óbitos no São Carlos
2 óbitos na Rocinha
2 óbitos na Mangueira
2 óbitos no Lins de Vasconcelos
2 óbitos em Manguinhos
2 óbitos no Jacaré
2 óbitos em Acari
2 óbitos no Complexo do Alemão

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EDITORIAS

PERFIL

Rene Silva

Fundou o jornal Voz das Comunidades no Complexo do Alemão aos 11 anos de idade, um dos maiores veículos de comunicação das favelas cariocas. Trabalhou como roteirista em “Malhação Conectados” em 2011, na novela Salve Jorge em 2012, um dos brasileiros importantes no carregamento da tocha olímpica de Londres 2012, e em 2013 foi consultor do programa Esquenta. Palestrou em Harvard em 2013, contando a experiência de usar o twitter como plataforma de comunicação entre a favela e o poder público. Recebeu o Prêmio Mundial da Juventude, na Índia. Recentemente, foi nomeado como 1 dos 100 negros mais influentes do mundo, pelo trabalho desenvolvido no Brasil, Forbes under 30 e carioca do ano 2020. Diretor e captador de recursos da ONG.

 

 

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