Moradores do Complexo do Alemão sofrem com a falta de guarda-corpos na Rua do Rio

Falta de manutenção na região deixa moradores inseguros Os moradores do Complexo do Alemão vivem uma situação de abandono e insegurança na altura da Rua Carmem Cinira, em Inhaúma, na

Moradores do Complexo do Alemão sofrem com a falta de guarda-corpos na Rua do Rio

Falta de manutenção na região deixa moradores inseguros

Os moradores do Complexo do Alemão vivem uma situação de abandono e insegurança na altura da Rua Carmem Cinira, em Inhaúma, na região que é conhecida com a “Rua do Rio”, não há nenhum guarda-corpo ao redor do rio que passa na localidade e isso faz com que os moradores tenham medo de acidentes na região.

“Moro aqui há 16 anos e desde então é assim, não tem local apropriado para passar, não tem um apoio, passar por aqui gera medo. Estamos abandonados, os carros passam e nós não temos por onde passar. Nenhum órgão público vem por aqui ver o que acontece e a gente fica sempre com medo”, contou Iracema Silva, moradora da região.

Moradora da região há 16 anos, Iracema contou que sofre com o abandono na região



Mesmo com medo de passar pela região, os moradores contam que o único jeito de passar por ali é andar pelo meio da rua. Segundo Sergio Oliveira, não é raro ver alguém cair dentro do rio. “Em dias de chuva a situação que já é ruim, piora. Somos obrigados a passar pelo meio da rua, porque ali além de não ter aonde passar não tem nenhuma proteção, vira e mexe alguém acaba caindo ali dentro, sem contar os ferros expostos que podem machucar alguém. Aqui estamos vivendo no abandono”, contou.



A situação é tão alarmante que até quem não mora na região cobra por melhorias. É o caso da aposentada Maria de Lourdes que falou da importância da Prefeitura se fazer presente na região e dar mais atenção as necessidades locais. “Não sou moradora da região, mas tenho amigos, parentes e vejo o abandono que acontece por aqui, os carros passam por aqui e temos que ficar na rua disputando espaço com eles. Quando chove, enche muito e fica ainda mais perigoso. Espero que algo seja feito”, ressaltou ela.

O local está totalmente abandono e com ferros expostos

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