O projeto Marias tem como objetivo contribuir para o empoderamento, formando uma rede de apoio, levando informações e melhorias para mães que tem filhos com deficiência e possibilitando assim o acesso nas áreas de educação, saúde, mercado de trabalho e benefícios sociais já garantidos por lei. O projeto existe desde 1998, quando Norma Maria teve seu filho Kevyn, que por conta de um erro médico nasceu com paralisia cerebral. Desde então, ela luta tentando melhorar a qualidade de vida dele e ajudando outras mães na mesma missão.

Cláudia Josepha, Norma Maria e
Bárbara Greco. Foto: Arquivo / Projeto Marias

Basicamente o Marias funciona em espaços públicos para aulas e oficinas. Porém, com a pandemia do Coronavírus e o isolamento social, as atividades tiveram que ser suspensas por segurança. Com isso, o projeto deu início a uma campanha que visa fortalecer as doações para essas mães, já que elas não preenchem requisitos exigidos pelo governo federal para obter o auxílio emergencial, por possuírem um benefício dos filhos especiais. 

“Os gastos são grandes, pois muitas mães têm outros filhos que estão em casa devido o isolamento e só esse benefício da criança especial não dá. Com essa campanha queremos arrecadar 350 cestas básicas para ajudar essas mães por três meses ou enquanto durar a pandemia”, explica a psicopedagoga e coordenadora do projeto.

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