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Acusado de matar Ágatha Félix, policial militar vai a júri popular

A morte de Ágatha vai completar 4 anos em setembro
Foto: Arquivo
Foto: Arquivo

Depois de três anos do assassinato de Ágatha Félix, o agente da Polícia Militar Rodrigo José de Matos Soares, acusado de matar a criança em uma operação policial na Fazendinha, CPX do Alemão, vai a júri popular. O juiz Cariel Bezerra Patriota, assinou na última quarta-feira (12) a decisão.

Nas redes sociais, o advogado Rodrigo Mondego, que acompanha o caso publicou. “Depois de mais de 3 anos, precisamente, 1301 dias da morte de Ágatha Félix, pude ligar para sua mãe, Vanessa, e dizer que enfim saiu a sentença dizendo que o responsável pela morte de sua filha irá para júri popular. É uma vitória da justiça contra a barbárie.”

O réu foi identificado por testemunhas que afirmam ter visto ele efetuando o disparo de fuzil que matou Ágatha em setembro de 2019. O homicídio motivou a criação da Lei Ágatha (Lei 9.180/21) que prioriza as investigações de crimes cometidos contra crianças. O julgamento ainda não tem data definida.

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Rene Silva

Fundou o jornal Voz das Comunidades no Complexo do Alemão aos 11 anos de idade, um dos maiores veículos de comunicação das favelas cariocas. Trabalhou como roteirista em “Malhação Conectados” em 2011, na novela Salve Jorge em 2012, um dos brasileiros importantes no carregamento da tocha olímpica de Londres 2012, e em 2013 foi consultor do programa Esquenta. Palestrou em Harvard em 2013, contando a experiência de usar o twitter como plataforma de comunicação entre a favela e o poder público. Recebeu o Prêmio Mundial da Juventude, na Índia. Recentemente, foi nomeado como 1 dos 100 negros mais influentes do mundo, pelo trabalho desenvolvido no Brasil, Forbes under 30 e carioca do ano 2020. Diretor e captador de recursos da ONG.

 

 

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