Programa Brilha Comunidade pretende levar melhorias à população das favelas do Rio

Iniciativa da Secretaria Especial de Ação Comunitária, o objetivo é promover melhores condições e valorizar seus pontos turísticos

Programa Brilha Comunidade pretende levar melhorias à população das favelas do Rio

Foto: Reprodução

A Secretaria Especial de Ação Comunitária já está visitando favelas do município do Rio de Janeiro com o objetivo de identificar quais serão as primeiras favelas que irão receber o programa Brilha Comunidade, que tem parceria com as demais secretarias da Prefeitura.

O objetivo do programa é agir de forma integrada para levar, o quanto antes, melhorias para esses territórios e isso inclui três projetos: Casa Carioca, Turistando pela Cidade e Recicla comunidade. A junção desses três programas vão resolver questões ligadas diretamente à situação de pobreza.

“O Brilha Comunidade tem como base a união de todas as secretarias. Queremos promover sustentabilidade e empregabilidade. Esse é o pulo do gato”, diz a secretária de Ação Comunitária, Marli Peçanha.

Marli Peçanha, secretária de Ação Comunitária
Foto: Vilma Ribeiro / Voz das Comunidades

Um exemplo é o programa Casa Carioca. Através desse programa será possível melhorar as condições de 100 casas em cada favela que estejam em total estado de abandono. Com isso, se fará inclusão de moradores nos projetos, ofertando assim oportunidades de trabalho. As reformas serão escolhidas exclusivamente por profissionais que moram nesses territórios. Já o Recicla Comunidade, será um projeto de reaproveitamento de resíduos sólidos, que terá impacto na limpeza das áreas beneficiadas, além de incentivar a economia local e a geração de renda. E, finalmente, o Turistando pela Cidade que vai levar moradores das áreas beneficiadas para conhecer cartões-postais do asfalto, como o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar, e também promover o intercâmbio entre as favelas que têm atrações, como os mirantes da Rocinha, Morro da Providência e a horta comunitária de Manguinhos.

A ideia é que o programa atue no maior número possível de favelas. Com a ajuda dessas lideranças comunitárias que foram cadastradas para participar do projeto, as favelas já estão sendo mapeadas para que técnicos detectem as que terão prioridade.