Projeto Ginastas do Futuro incentiva a evolução de crianças e jovens

Com aulas nas terças e quintas na Escola de Samba Imperatriz Leopoldinense, a iniciativa explora o desenvolvimento infantil através da dança e arte
Ginastas do Futuro

Foto: Reprodução / Ginastas do Futuro

Com movimentos elásticos e complexos, a ginástica é um esporte que exige o lado artístico e atlético através da coordenação motora das ginastas.

Reunindo esses dois fatores desde 2008, a Associação Integrada de Cultura, Esporte e Lazer (AICEL) Ginastas do Futuro explora o foco, evolução e transformação social de crianças e jovens através da ginástica rítmica, teatro e dança.

Ministrado pela professora Michele Cristina Teixeira Sandes, de 36 anos, e que ensina há mais de 11 anos dança para crianças e adolescentes, o projeto já contou com a participação de mais de 200 jovens. Com aulas realizadas na Escola de Samba Imperatriz Leopoldinense nas terça e quintas, das 16h às 18h e 16h às 17h, respectivamente, a iniciativa visa quebrar os preconceitos impostos à modalidade que, há um tempo, era vista como esporte de elite.

Michele destaca a importância do ouro de Rebeca Andrade, uma mulher negra e periférica, nos jogos olímpicos de Tóquio. “Enxergo como representatividade e conquista não apenas da Rebeca e sua família, mas de todas as meninas e famílias que não realizaram um sonho e hoje se veem representadas por essa conquista”.

A iniciativa ensina ginástica rítmica na quadra de samba na Escola de Samba Imperatriz Leopoldinense.
Foto: Ginastas do Futuro/Divulgação

Compartilhe este post com seus amigos

Facebook
Twitter
LinkedIn
Telegram
WhatsApp

EDITORIAS

PERFIL

Rene Silva

Fundou o jornal Voz das Comunidades no Complexo do Alemão aos 11 anos de idade, um dos maiores veículos de comunicação das favelas cariocas. Trabalhou como roteirista em “Malhação Conectados” em 2011, na novela Salve Jorge em 2012, um dos brasileiros importantes no carregamento da tocha olímpica de Londres 2012, e em 2013 foi consultor do programa Esquenta. Palestrou em Harvard em 2013, contando a experiência de usar o twitter como plataforma de comunicação entre a favela e o poder público. Recebeu o Prêmio Mundial da Juventude, na Índia. Recentemente, foi nomeado como 1 dos 100 negros mais influentes do mundo, pelo trabalho desenvolvido no Brasil, Forbes under 30 e carioca do ano 2020. Diretor e captador de recursos da ONG.

 

 

Contato:
[email protected]