Projeto social Favela Mundo oferece 300 vagas para oficinas artísticas no Caju

Com aulas de teatro, Hip-Hop, violão e danças, a iniciativa foca no desenvolvimento de crianças e jovens da comunidade
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Foto: Favela Mundo / Divulgação

Cada vez mais o incentivo à arte tem sido um fator determinante na transformação social nas comunidades cariocas. Através de iniciativas culturais, diversas oportunidades são oferecidas para as crianças e adolescentes de favelas do Rio de Janeiro.

Com interesse em proporcionar novos cenários e possibilidades para os moradores do Caju, o projeto Favela Mundo abre 300 vagas para oficinas de teatro, Hip-Hop, violão, jazz e danças brasileiras para os jovens da região, de 2 a 18 anos de idade.

Seguindo as medidas protetivas da Organização Mundial de Saúde (OMS), as aulas das oficinas retornam ao modelo presencial. Mas, com distanciamento, distribuição de máscaras e de recipientes com álcool em gel. A iniciativa social Favela Mundo conta com o apoio da Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro e desenvolve atividades sustentáveis de acordo com o “Modelo de Inclusão Social nas Grandes Cidades”, da Organização das Nações Unidas (ONU).

A iniciativa busca preencher as vagas na comunidade do Caju, como já feita no Jacarezinho e Cidade de Deus.
Foto: Favela em Pauta / Divulgação

Para participar do projeto, que também atende as comunidades do Jacarezinho e Cidade de Deus, – mas já estão com as turmas preenchidas nessas regiões – é necessário que os jovens estejam matriculados em alguma instituição de ensino. A inscrição pode ser feita na sede da iniciativa, na Associação A Arte Salva Vidas, localizada na Rua General Sampaio, 74, Caju.

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EDITORIAS

PERFIL

Rene Silva

Fundou o jornal Voz das Comunidades no Complexo do Alemão aos 11 anos de idade, um dos maiores veículos de comunicação das favelas cariocas. Trabalhou como roteirista em “Malhação Conectados” em 2011, na novela Salve Jorge em 2012, um dos brasileiros importantes no carregamento da tocha olímpica de Londres 2012, e em 2013 foi consultor do programa Esquenta. Palestrou em Harvard em 2013, contando a experiência de usar o twitter como plataforma de comunicação entre a favela e o poder público. Recebeu o Prêmio Mundial da Juventude, na Índia. Recentemente, foi nomeado como 1 dos 100 negros mais influentes do mundo, pelo trabalho desenvolvido no Brasil, Forbes under 30 e carioca do ano 2020. Diretor e captador de recursos da ONG.

 

 

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