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Visando a inclusão social, Escola de Música da Rocinha abre vagas para crianças e jovens com deficiência

A iniciativa possui um atendimento especializado para alunos com síndrome de down, autismo e demais condições
Foto: Reprodução / Escola de Música
Foto: Reprodução / Escola de Música

A arte, a música, é um universo recheado de possibilidades. Por isso e no meio delas, a acessibilidade para os jovens de comunidade que possuem alguma condição de deficiência é essencial, pois, entre notas e sons, o desenvolvimento e interação social ganham um destaque maior.

É neste sentido de inclusão que a Escola de Música da Rocinha (EMR) abre inscrições para crianças e adolescentes, de 5 a 17 anos, para a próxima turma de alunos da instituição. Através do seu Núcleo de Acessibilidade, a companhia oferece um atendimento especializado para alunos com síndrome de down, autismo e outras condições. A abertura das vagas, que acontece com frequência, é em homenagem ao Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, no dia 3 de dezembro. As matrículas seguem abertas até o dia 10 do mesmo mês.

Foto: Reprodução / Escola de Música

As aulas ocorrem presencialmente na sede da escola, na Av. Niemeyer, 776, no 17º andar. Mas, também, há a possibilidade de realizar a aula de forma online, com suporte individual e especializado por professores de música formados em pedagogia, psicomotricidade e psiquiatria. Para Natália Simonete, coordenadora da Escola de Música da Rocinha, a experiência é essencial para o desenvolvimento dos alunos. E, para compartilhar com todos esse momento, as aulas serão transformadas em um documentário.

Inclusão social através do seu Núcleo de Acessibilidade

Desde 2019 a Escola de Música da Rocinha dá apoio especializado a alunos com deficiência intelectual, como síndrome de Down e autismo, buscando a socialização e a melhoria do aprendizado deles na escola regular por meio do Ensino da Música. Atualmente, o Núcleo de Acessibilidade da EMR mantém turma com 32 alunos com deficiência, mas a meta é ampliar o número de vagas.

Nosso atendimento é de altíssima qualidade e totalmente gratuito. Os alunos são acompanhados individualmente, no primeiro momento, e depois serão incluídos nas aulas regulares de instrumentos. O projeto cresceu bastante nos últimos anos, mesmo com a pandemia, mas ainda temos vagas abertas para crianças e jovens da Rocinha, do Vidigal e das comunidades do entorno”, explica Natália.

Para realizar a inscrição, os alunos ou os responsáveis por ele precisam preencher o formulário online de inscrição, clicando aqui.

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EDITORIAS

PERFIL

Rene Silva

Fundou o jornal Voz das Comunidades no Complexo do Alemão aos 11 anos de idade, um dos maiores veículos de comunicação das favelas cariocas. Trabalhou como roteirista em “Malhação Conectados” em 2011, na novela Salve Jorge em 2012, um dos brasileiros importantes no carregamento da tocha olímpica de Londres 2012, e em 2013 foi consultor do programa Esquenta. Palestrou em Harvard em 2013, contando a experiência de usar o twitter como plataforma de comunicação entre a favela e o poder público. Recebeu o Prêmio Mundial da Juventude, na Índia. Recentemente, foi nomeado como 1 dos 100 negros mais influentes do mundo, pelo trabalho desenvolvido no Brasil, Forbes under 30 e carioca do ano 2020. Diretor e captador de recursos da ONG.

 

 

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