Audiência na ALERJ debate violações de Estado em Favelas

PAREM DE NOS MATAR!
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Aconteceu na manhã desta quinta-feira (17), na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ), a audiência pública “Mães e mulheres moradoras de Favelas para debater a Política de Segurança Pública no RJ”.

Foto: Vilma Ribeiro/ Voz das Comunidades

Exigindo medidas efetivas para barrar o genocídio do governo, moradores de diversas favelas e periferias da cidade, incluindo as comissões de Direitos Humanos, Trabalho e Habitação, Mulher, Discriminação e Educação se reuniram no Palácio Tiradentes, no Centro do Rio.

Foto: Vilma Ribeiro/ Voz das Comunidades
Foto: Vilma Ribeiro/ Voz das Comunidades
Foto: Vilma Ribeiro/ Voz das Comunidades

Presidentes de associações de moradores também marcaram presença. O presidentre da associação do Morro da Baiana, no Complexo do Alemão, Renato Rolim dos Santos, participou da audiência assim como Renato dos Santos, presiente na Alvorada/Itararé, Gabu do Loteamento da Castrol, Marquinhos Balão da Grotae Aglaé Gomes de Oliveira, presidenta da associação de moradores da Palmeiras. Um ônibus fez o transporte do Complexo do Alemão até o Palácio Tiradentes e Sebastião Francisco de Souza, morador da comunidade Nova Brasília também acompanhou a reunião.

Foto: Vilma Ribeiro/ Voz das Comunidades
Foto: Vilma Ribeiro/ Voz das Comunidades

#ParemDeNosMatar

Usando a hastag #PareDeNosMatar, familiares de vítimas fatais da gestão Witzel pediam justiça e respeito. Com o objetivo de lutar contra o genocídio do povo negro, de favelas e periferias, o Parem de Nos Matar é um movimento que busca se tornar um fórum permanente.

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EDITORIAS

PERFIL

Rene Silva

Fundou o jornal Voz das Comunidades no Complexo do Alemão aos 11 anos de idade, um dos maiores veículos de comunicação das favelas cariocas. Trabalhou como roteirista em “Malhação Conectados” em 2011, na novela Salve Jorge em 2012, um dos brasileiros importantes no carregamento da tocha olímpica de Londres 2012, e em 2013 foi consultor do programa Esquenta. Palestrou em Harvard em 2013, contando a experiência de usar o twitter como plataforma de comunicação entre a favela e o poder público. Recebeu o Prêmio Mundial da Juventude, na Índia. Recentemente, foi nomeado como 1 dos 100 negros mais influentes do mundo, pelo trabalho desenvolvido no Brasil, Forbes under 30 e carioca do ano 2020. Diretor e captador de recursos da ONG.

 

 

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