Comércio do Alemão adota medidas de segurança no combate ao Covid-19

Padaria se adapta para atender clientes com segurança

Comércio do Alemão adota medidas de segurança no combate ao Covid-19

Devido a ameaça de expansão do #coronavírusnasfavelas (Covid-19) a Padaria Santa Terezinha, localizada na Rua Aracati, próximo ao Morro do Adeus, em Ramos, adotou medidas de enfrentamento para evitar a propagação do vírus, de acordo com as recomendações e determinações decretado pelo governador Wilson Witzel, em função da pandemia.

Percebendo a gravidade da situação, Luiz Duarte, proprietário da padaria, buscou informações sobre a contaminação e planejou as medidas adequadas que foram aplicadas no local. As mudanças no atendimento começaram desde o dia 16 de março, causando estranheza em alguns clientes, mas foi apoiada pela maioria e principalmente pelos funcionários.

“A equipe entendeu que somos um serviço essencial e que temos muita responsabilidade em ajudar a comunidade local, estou muito orgulhoso dessa atitude dos funcionários”, ressalta Luiz Duarte.

Clientes mantêm distância durante suas compras. Foto: Neila Marinho / Voz das Comunidades

O comerciante também reforçou a higienização dos equipamentos, do local e para conscientizar as pessoas, cartazes foram colocados por toda padaria pedindo para que o cliente só pegue o produto se for realmente comprar. Além de disponibilizar álcool em gel para os clientes, existe também um lavatório que pode ser usado por todos. “Estamos preocupados com os nossos clientes e nossa equipe, somos uma grande família e o principal é a segurança de todos”, comenta Luiz.

Padaria pede aos clientes que sejam conscientes. Foto: Neila Marinho / Voz das Comunidades

O proprietário disse que vem colaborando com a segurança de todos, e que além dos cuidados com a frequência de higienização das mãos, principalmente nos caixas, alguns produtos de consumo imediato que eram embalados na presença do cliente passamos a embalar previamente. Os pegadores de pães foram substituídos por luvas descartáveis e os utensílios como: pratos, copos e talheres de louça foram substituídos por descartaveis. “Reduzimos o número de mesas na lanchonete. E acaso o  número de clientes dentro da loja aumente, nós fechamos o acesso até que alguns saiam para evitar aglomerações. Nós também liberamos os funcionários do grupo de risco.

Funcionários do grupo de risco foram liberados. Foto: Neila Marinho / Voz das Comunidades

Preocupado com as contas a pagar, com a possibilidade do número de pessoas se contaminarem e a redução nas vendas no local, o proprietário está intensificando o serviço de entrega a domicílio, que já acontece na comunidade, a fim de aumentar as vendas e diminuir o impacto econômico que isso vai causar.

“Precisamos ter fé que isso tudo vai passar e depois disso continuamos aqui vendendo nosso pãozinho delicioso diariamente”, diz Luiz Duarte. A comunidade  apoia a iniciativa do Luiz, que agradece a todos pela força e preferência neste momento tão difícil que estamos enfrentando.

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