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DJ Rennan da Penha vai atuar na série “A Divisão”, do GloboPlay

A gravação dos episódios da terceira temporada que estava prevista para 2021 está sendo feita no Morro do Borel
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

O DJ mais famoso da Penha agora é parte do elenco da terceira temporada de “A Divisão”, série do GloboPlay. Na trama, Rennan vai interpretar um criminoso que despertará a ira dos agentes da Divisão Antissequestro (DAS) da polícia do Rio de Janeiro. A gravação dos episódios da terceira temporada que estava prevista para 2021 está sendo feita no Morro do Borel, na Zona Norte do Rio. Rennan chegou a fazer uma participação como ele mesmo na novela “Bom sucesso”.

Em seu perfil do Instagram, Rennan publicou e comemorou com os fãs uma matéria do jornal O Globo sobre sua participação na série. “Sem palavras pra isso aqui. Agradeço primeiramente ao Papai do Céu e a todos os meus fãs. Vocês são f*das!”, escreveu o artista. 

Em 2019, no auge de sua carreira, não só como DJ do baile que ele popularizou para todo o Rio (a Gaiola, na Penha) mas como um grande nome do funk carioca, o artista foi preso injustamente. Foram muitas notícias, inclusive no mesmo jornal citado acima, falando de sua prisão – nem sempre de forma correta. Como tudo que vem da favela é criminalizado, infelizmente com o sucesso de Rennan da Penha não foi diferente. Por ser um artista preto de favela, que fortalece a cultura dos seus, ele viveu o que nenhum artista branco do asfalto viveria. Quem é morador sabe do que se está falando.

Hoje, ainda com vários hits e milhões de visualizações no YouTube, o cria virou até ator! A série “A Divisão” está parada desde o início da pandemia e volta com tudo este ano, trazendo talentos da favela e mostrando o lado corrupto da polícia carioca.

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EDITORIAS

PERFIL

Rene Silva

Fundou o jornal Voz das Comunidades no Complexo do Alemão aos 11 anos de idade, um dos maiores veículos de comunicação das favelas cariocas. Trabalhou como roteirista em “Malhação Conectados” em 2011, na novela Salve Jorge em 2012, um dos brasileiros importantes no carregamento da tocha olímpica de Londres 2012, e em 2013 foi consultor do programa Esquenta. Palestrou em Harvard em 2013, contando a experiência de usar o twitter como plataforma de comunicação entre a favela e o poder público. Recebeu o Prêmio Mundial da Juventude, na Índia. Recentemente, foi nomeado como 1 dos 100 negros mais influentes do mundo, pelo trabalho desenvolvido no Brasil, Forbes under 30 e carioca do ano 2020. Diretor e captador de recursos da ONG.

 

 

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