Investigações do caso Marielle e Anderson não serão feitas pela Polícia Federal, decide STJ

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No início desta noite, 27 de Maio de 2020, o Supremo Tribunal de Justiça votou unanimemente contra a federalização do caso da ex-vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, mortos em um atentado há mais de 2 anos na cidade do Rio. 

O pedido de federalização do caso foi feito pelo ex-procurador-geral da República Raquel Dodge. Na época, no último dia em que não havia carga, alegou que havia “inércia” na investigação de homicídios da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes por parte da Polícia Civil e do Ministério Público do Rio (MPRJ).

A defesa de Marielle considera que a federalização do caso seria uma maneira de retardar a continuidade das  investigações, que já se estendem há muito tempo.São 805 dias, 2 anos e 2 meses, ainda sem saber o mandante do assassinato de Marielle e Anderson. 

Assinaram mais de 150 mil pessoas e mais de 200 organizações da sociedade civil contra a federalização do caso. 

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EDITORIAS

PERFIL

Rene Silva

Fundou o jornal Voz das Comunidades no Complexo do Alemão aos 11 anos de idade, um dos maiores veículos de comunicação das favelas cariocas. Trabalhou como roteirista em “Malhação Conectados” em 2011, na novela Salve Jorge em 2012, um dos brasileiros importantes no carregamento da tocha olímpica de Londres 2012, e em 2013 foi consultor do programa Esquenta. Palestrou em Harvard em 2013, contando a experiência de usar o twitter como plataforma de comunicação entre a favela e o poder público. Recebeu o Prêmio Mundial da Juventude, na Índia. Recentemente, foi nomeado como 1 dos 100 negros mais influentes do mundo, pelo trabalho desenvolvido no Brasil, Forbes under 30 e carioca do ano 2020. Diretor e captador de recursos da ONG.

 

 

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