“Marilene, não se mete!”: Dona do bordão ganha placa de 100 mil inscritos do YouTube

Ana Helena Pisponelly - Foto: Renato Moura/Voz Das Comunidades
Ana Helena Pisponelly - Foto: Renato Moura/Voz Das Comunidades

Dona do bordão “Marilene, não se mete!”, que é sucesso nas redes sociais, Ana Helena Pisponelly acaba de receber a placa de 100 mil inscritos no seu canal no YouTube e falou um pouco dessa experiência para o Voz das Comunidades.

“Fiquei exatamamente um ano esperando minha placa, pois quando eu completei cem mil inscritos no canal comecei a procurar saber como fazer pra ganhar o prêmio, só que a empresa YouTube que entra em contato e isso demorou um ano. Eu já tinha até esquecido! No início de junho a empresa entrou em contato pedindo meus dados pessoais, achei até que era fake. Quando vi que não era fiquei bastante ansiosa”.

Ana conta que ficou quase um mês esperando e, quando chegou, ficou muito emocionada.

“Passou um filme na minha cabeça. Lembrei do meu primeiro vídeo que viralizou, lembrei do meu medo devido a exposição que o primeiro vídeo me trouxe, lembrei também que ia excluir meu canal, ainda bem que não fiz isso! Essa placa chegou pra me trazer ânimo, pra acreditar que é possível realizar os meus sonhos.

Atualmente, o Canal conta com quase duzentos mil seguidores. Sempre bem humorada, a autora do bordão diz que a placa é um incentivo para continuar segui do em frente. “Essa placa não é apenas um prêmio do YouTube. Pra mim é um presente dos meus queridos seguidores”.

Perguntada sobre seus projetos para o futuro, Ana Helena diz que quer muito montar um show de Stand up Comedy. “Acredito que é possível, mas ainda não sei como vou tornar isso realidade”.

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EDITORIAS

PERFIL

Rene Silva

Fundou o jornal Voz das Comunidades no Complexo do Alemão aos 11 anos de idade, um dos maiores veículos de comunicação das favelas cariocas. Trabalhou como roteirista em “Malhação Conectados” em 2011, na novela Salve Jorge em 2012, um dos brasileiros importantes no carregamento da tocha olímpica de Londres 2012, e em 2013 foi consultor do programa Esquenta. Palestrou em Harvard em 2013, contando a experiência de usar o twitter como plataforma de comunicação entre a favela e o poder público. Recebeu o Prêmio Mundial da Juventude, na Índia. Recentemente, foi nomeado como 1 dos 100 negros mais influentes do mundo, pelo trabalho desenvolvido no Brasil, Forbes under 30 e carioca do ano 2020. Diretor e captador de recursos da ONG.

 

 

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