Biblioteca Parque de Manguinhos oferece contação de histórias inclusivas para crianças

O encontro está marcado para esta quinta-feira (18) em três horários, às 13h, 14h e 15h
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Foto: Paula Sader

Depois de reabrir a Sala de Leitura Infantil da Biblioteca Parque do Estado, crianças e jovens de Manguinhos e do Jacaré, Zona Norte do Rio, terão a oportunidade de participar do projeto Literatura Acessível. O público poderá assistir às contações de histórias inclusivas, a partir dos cinco livros que fazem parte da série Literatura Acessível. Essa série foi criada pela psicóloga e empreendedora social Carina Alves, Diretora-Presidente do Instituto Incluir.

As obras de ficção trazem como personagens-título crianças com algum tipo de deficiência. O objetivo é de transmitir a importância da inclusão e acessibilidade.

“O projeto traz uma proposta de multiplicidade, estimula o protagonismo da diversidade e propõe uma discussão saudável, na perspectiva inclusiva, dentro e fora das escolas” diz Carina Alves, Diretora-Presidente do Instituto Incluir.

Autora dos livros da coleção Literatura Acessível viu na plataforma acessível um poderoso veículo para transmitir sobre importância da inclusão. Carina Alves 
Foto: Paula Sader

Por conta da pandemia da Covid-19, o projeto criou um modelo híbrido. Os livros estão sendo encaminhados às escolas via Correios, e serão marcados encontros virtuais, para a contação das histórias. Porém, na Biblioteca Parque de Manguinhos, está marcado um encontro nesta quinta-feira (18). Esse é para o público, de faixa etária que vai dos 5 aos 12 anos, da rede pública de Ensino, em três horários: às 13h, 14h e 15h.

Também por conta do momento atual, todos os livros ganharam versões e-book, com audiodescrição, que alcançaram a 4 milhões de alunos da rede pública de diversos estados. As histórias podem ser encontradas no canal do projeto no YouTube:

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EDITORIAS

PERFIL

Rene Silva

Fundou o jornal Voz das Comunidades no Complexo do Alemão aos 11 anos de idade, um dos maiores veículos de comunicação das favelas cariocas. Trabalhou como roteirista em “Malhação Conectados” em 2011, na novela Salve Jorge em 2012, um dos brasileiros importantes no carregamento da tocha olímpica de Londres 2012, e em 2013 foi consultor do programa Esquenta. Palestrou em Harvard em 2013, contando a experiência de usar o twitter como plataforma de comunicação entre a favela e o poder público. Recebeu o Prêmio Mundial da Juventude, na Índia. Recentemente, foi nomeado como 1 dos 100 negros mais influentes do mundo, pelo trabalho desenvolvido no Brasil, Forbes under 30 e carioca do ano 2020. Diretor e captador de recursos da ONG.

 

 

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