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Rio Parada Funk retorna à Sapucaí neste domingo (6); evento celebra a cultura do funk

Com entrada gratuita (levando 1kg de alimento não perecível), a festa reúne todas as gerações e tendências da massa funkeira, além de contar com 11 equipes de som e várias atrações
Foto: Diego Padilha / I Hate Flash
Foto: Diego Padilha / I Hate Flash

O maior baile funk do mundo está de volta. A “Rio Parada Funk”, que reúne todas as gerações e tendências da massa funkeira, acontecerá na Praça da Apoteose, Zona Central do Rio, de 11h às 19h, no próximo domingo (6).

Ano passado, o projeto completou 10 anos, mas teve que acontecer sem público em formato de “live” por conta da pandemia. O evento foi transmitido diretamente da Rocinha, favela na Zona Sul do Rio. Agora, retorna gratuitamente com 11 equipes de som e várias atrações, como DJ Rennan da Penha e MC Smith. 

A Rio Parada Funk surgiu como um grito de resistência, em 2011. Isso porque, em 2007, o então Secretário de Estado de Segurança e arquiteto-chefe da UPP (Unidade de Polícia Pacificadora da Polícia Militar, José Mariano Beltrame, criou a Resolução 013. A medida proibia os bailes funk nas favelas do Rio de Janeiro, o que aumentou a repressão à cultura de favela. Com isso, surgiu a ideia de realizar, simplesmente, o maior baile funk do mundo no Centro da cidade, com vários paredões de som. Uma missão que parecia impossível devido à conjuntura política da época. 

Ingressos

Para retirar o ingresso, os interessados podem acessar o site (https://www.sympla.com.br/evento/rio-parada-funk-2022/1748827). A entrada é gratuita, mas é necessário levar 1kg de alimento não perecível.

Para mais informações, a equipe do Rio Parada Funk está publicando tudo na página do Instagram:@rioparadafunk 

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EDITORIAS

PERFIL

Rene Silva

Fundou o jornal Voz das Comunidades no Complexo do Alemão aos 11 anos de idade, um dos maiores veículos de comunicação das favelas cariocas. Trabalhou como roteirista em “Malhação Conectados” em 2011, na novela Salve Jorge em 2012, um dos brasileiros importantes no carregamento da tocha olímpica de Londres 2012, e em 2013 foi consultor do programa Esquenta. Palestrou em Harvard em 2013, contando a experiência de usar o twitter como plataforma de comunicação entre a favela e o poder público. Recebeu o Prêmio Mundial da Juventude, na Índia. Recentemente, foi nomeado como 1 dos 100 negros mais influentes do mundo, pelo trabalho desenvolvido no Brasil, Forbes under 30 e carioca do ano 2020. Diretor e captador de recursos da ONG.

 

 

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