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Sem ar-condicionado, alunos do Colégio Estadual Olga Benário sofrem com o calor nas salas de aula

De acordo com a Seeduc, a demora em normalizar a situação se deve ao trâmite burocrático
Escola Olga Benário
Foto: Wando Silva / Voz das Comunidades

Um inverno que parece o verão e escolas do Rio de Janeiro sem ar-condicionado. Esse é o caso do Colégio Estadual Olga Benário Prestes, em Bonsucesso, Zona Norte da cidade. Os alunos da unidade escolar sofrem com o calor desde que as aulas voltaram ao modo presencial. De acordo com a Secretaria Estadual de Educação (Seeduc), a demora em normalizar a situação se deve ao trâmite burocrático, mas que será resolvido “o mais rápido possível”.

Em 2021, durante a pandemia, houve um furto dos condensadores e desde então não houve uma resolução do problema.

Saiba mais: Alunos do Colégio Estadual Olga Benário Prestes sofrem com calor nas salas de aula

Alunos protestam diante da falta de ar-condicionado na escola
(Foto: Wando Silva / Voz das Comunidades)

Cida Jesus, mãe de um aluno do 2º ano, conta que quando ele começou a estudar no Olga Benário, no ano passado, já não tinha ar-condicionado na unidade. “E até hoje não foi resolvido. As salas continuam quentes, pois os ventiladores não dão conta”, declarou.

Questionada, a Seeduc-RJ informou que “o orçamento está em processo de revisão e que, em breve, será finalizado, liberando o colégio para execução do serviço”. Ao solicitar um prazo mais específico, a resposta foi que a Secretaria “está trabalhando para finalizar a questão no menor tempo possível”.

Em uma explicação sobre o trâmite burocrático, a Seeduc reforçou que não há como dar um prazo por conta do processo necessário que é feito para a transparência pública.

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EDITORIAS

PERFIL

Rene Silva

Fundou o jornal Voz das Comunidades no Complexo do Alemão aos 11 anos de idade, um dos maiores veículos de comunicação das favelas cariocas. Trabalhou como roteirista em “Malhação Conectados” em 2011, na novela Salve Jorge em 2012, um dos brasileiros importantes no carregamento da tocha olímpica de Londres 2012, e em 2013 foi consultor do programa Esquenta. Palestrou em Harvard em 2013, contando a experiência de usar o twitter como plataforma de comunicação entre a favela e o poder público. Recebeu o Prêmio Mundial da Juventude, na Índia. Recentemente, foi nomeado como 1 dos 100 negros mais influentes do mundo, pelo trabalho desenvolvido no Brasil, Forbes under 30 e carioca do ano 2020. Diretor e captador de recursos da ONG.

 

 

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