Exposição de Fotografia no MAM traz moradores de favela como protagonistas

Foto: Saulo Nicolai/Favelagrafia
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Foi com o objetivo de quebrar os estereótipos que a sociedade construiu sobre a favela que nasceu o Favelagrafia em 2016. São 9 fotógrafos de 9 favelas diferentes que com celular na mão criaram imagens que ganharam o mundo.

A mostra está aberta ao público de 9 de novembro a 8 de dezembro no Museu de Arte Morderna (MAM). Terça a sexta, de 12h às 18h. Sábado, domingo e feriados, das 11h às 18h.

Entre os integrantes do coletivo, está presente Josiane Santana, 31, que é moradora do Complexo do Alemão e tem a favela em que vive como principal fator de inspiração para sua arte. A provocação que dá origem a nova exposição Favelagrafia 2.0 gira entorno da seguinte questão: “O que você imagina quando pensa em um morador de favela?”. A exposição retrata o quão potente são os moradores das favelas cariocas e os próprios idealizadores são a prova viva disso.

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EDITORIAS

PERFIL

Rene Silva

Fundou o jornal Voz das Comunidades no Complexo do Alemão aos 11 anos de idade, um dos maiores veículos de comunicação das favelas cariocas. Trabalhou como roteirista em “Malhação Conectados” em 2011, na novela Salve Jorge em 2012, um dos brasileiros importantes no carregamento da tocha olímpica de Londres 2012, e em 2013 foi consultor do programa Esquenta. Palestrou em Harvard em 2013, contando a experiência de usar o twitter como plataforma de comunicação entre a favela e o poder público. Recebeu o Prêmio Mundial da Juventude, na Índia. Recentemente, foi nomeado como 1 dos 100 negros mais influentes do mundo, pelo trabalho desenvolvido no Brasil, Forbes under 30 e carioca do ano 2020. Diretor e captador de recursos da ONG.

 

 

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