Não somos o sexo frágil, e queremos respeito!

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Vivemos em um país onde as mulheres são consideradas a “parcela frágil da sociedade”. Essa afirmação é uma falácia, pois existem inúmeros argumentos que desconstrói essa afirmação. Em pleno século XXI, os salários das mulheres são inferiores ao dos homens, e acontecem grandes incidências de abusos sexuais.

Infelizmente se tornou comum assistir nos noticiários sobre diversos casos de violência sexual, violência doméstica e familiar. É notório que tanto na sociedade ocidental, como na sociedade oriental, as mulheres são submissas. Por exemplo, a mulher é limitada no seu modo de vestir. Por outro lado, o poder público tem tomado iniciativas para proteger as mulheres de seus agressores. A lei Maria da Penha – Lei que estabelece que todo o caso de violência doméstica e intrafamiliar é crime, deve ser apurado através de inquérito policial e deve ser remetido ao Ministério Público. Nesse caso, as vítimas não são totalmente protegidas, a maioria acabam mortas por denunciarem seus agressores.

IMG_1488.JPGCom todo esse acontecimento, geram mulheres tristes e assustadas. Segundo a Central de Atendimento à Mulher, 43% das mulheres em situações de violência sofrem agressões diariamente, para 35% a agressão é semanal. Essa porcentagem é mais um motivo para que o poder legislativo crie leis mais rigorosas, e que o poder executivo realmente execute essas leis. Devemos combater o machismo na sociedade brasileira. Mulher não é sexo frágil e merece respeito como qualquer outra pessoa. Mesmo que as divulgações sobre esse assunto acontecem com pouca frequência, ainda assim, é necessário investimentos em campanhas de valorização da mulher. E não podemos nos esquecer que o Brasil é um país governado por uma presidente, e mesmo com esse fato, as mulheres não tem o reconhecimento que merecem.


gabriellycoelhoMe chamo Gabrielly Coelho, sou mineira e tenho 17 anos. Estudante apaixonada por jornalismo e a mais nova escritora de artigos do portal Voz das comunidades.

https://twitter.com/gabicsantos

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EDITORIAS

PERFIL

Rene Silva

Fundou o jornal Voz das Comunidades no Complexo do Alemão aos 11 anos de idade, um dos maiores veículos de comunicação das favelas cariocas. Trabalhou como roteirista em “Malhação Conectados” em 2011, na novela Salve Jorge em 2012, um dos brasileiros importantes no carregamento da tocha olímpica de Londres 2012, e em 2013 foi consultor do programa Esquenta. Palestrou em Harvard em 2013, contando a experiência de usar o twitter como plataforma de comunicação entre a favela e o poder público. Recebeu o Prêmio Mundial da Juventude, na Índia. Recentemente, foi nomeado como 1 dos 100 negros mais influentes do mundo, pelo trabalho desenvolvido no Brasil, Forbes under 30 e carioca do ano 2020. Diretor e captador de recursos da ONG.

 

 

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